O Que Causa e Como Tratar

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Por: Dr. Fabio Barros — Cirurgião-Dentista (CRO RJ 31728), especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial (CTBMF) e Harmonização Facial.
Publicado em: 30 de maio de 2026
Muitas pessoas acreditam que a prega no canto da boca aparece simplesmente porque a pele envelheceu ou porque falta preenchimento naquela região. Na prática, essa marca costuma ser apenas o sinal visível de um processo muito mais amplo: a perda progressiva de sustentação da face.
À medida que envelhecemos, ocorre uma combinação de alterações anatômicas que inclui reabsorção óssea, redução dos compartimentos de gordura facial, enfraquecimento dos ligamentos de sustentação e diminuição da produção de colágeno. O resultado é a migração gradual dos tecidos para baixo, favorecendo o aparecimento de pregas e sulcos ao redor da boca.
Por isso, tratar apenas a marca visível nem sempre significa tratar a verdadeira causa do problema.
O que causa a prega no canto da boca?
A prega no canto da boca geralmente é consequência da perda de sustentação facial provocada pelo envelhecimento, emagrecimento importante ou redução dos compartimentos de gordura da face. Em muitos pacientes, essa alteração não está localizada apenas na região da boca, mas envolve mudanças estruturais em diferentes áreas do rosto, especialmente no terço médio e superior da face.
O que é a prega no canto da boca?
Popularmente conhecida como prega no canto da boca, essa alteração costuma corresponder ao sulco labiomandibular, estrutura anatômica localizada entre o canto da boca e a mandíbula.
Ela é frequentemente confundida com o sulco nasogeniano, conhecido popularmente como bigode chinês.
Embora ambos possam surgir durante o envelhecimento facial, eles possuem origens anatômicas diferentes e nem sempre devem ser tratados da mesma maneira.
Essa diferenciação é importante porque influencia diretamente a escolha do tratamento mais adequado.
Por que essa prega aparece?
O envelhecimento facial não acontece apenas na superfície da pele.
Hoje sabemos que ele ocorre em três dimensões, envolvendo pele, gordura, músculos, ligamentos e ossos da face.
Entre os principais fatores associados ao aparecimento da prega no canto da boca estão:
- perda dos compartimentos de gordura facial;
- diminuição da produção de colágeno;
- reabsorção óssea relacionada ao envelhecimento;
- enfraquecimento dos ligamentos faciais;
- ação contínua da gravidade;
- emagrecimento importante;
- alterações da região temporal;
- perda global da sustentação facial.
Diversos estudos anatômicos demonstram que o envelhecimento facial é resultado da interação entre todas essas estruturas, e não apenas do surgimento de rugas superficiais.
Um dos trabalhos mais influentes sobre esse tema foi publicado por Rohrich e Pessa, que descreveram a organização dos compartimentos de gordura da face e sua relação com o processo de envelhecimento.
Fonte científica:
Rohrich RJ, Pessa JE. The Fat Compartments of the Face: Anatomy and Clinical Implications for Cosmetic Surgery.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16772943
Outro estudo clássico, publicado no Aesthetic Surgery Journal, demonstrou que a perda de volume facial ocorre de maneira seletiva em diferentes compartimentos de gordura, modificando a sustentação dos tecidos ao longo dos anos.
Fonte científica:
https://academic.oup.com/asj/article/27/6/651/219220
A prega que você vê pode não ter começado ali
Este é um dos conceitos mais importantes para compreender o envelhecimento facial moderno.
A prega no canto da boca muitas vezes não nasce naquela região. Ela é consequência da perda de sustentação de estruturas localizadas acima dela.
Quando ocorre redução do volume na região das têmporas, das maçãs do rosto e dos compartimentos profundos de gordura, a face perde parte do suporte que mantinha os tecidos em posição.
Com menor sustentação, a gravidade favorece a descida progressiva desses tecidos, concentrando pele e gordura na região inferior do rosto e tornando a prega cada vez mais evidente.
Essa visão tridimensional do envelhecimento é amplamente aceita na literatura científica atual e representa uma mudança importante em relação ao antigo conceito de que bastaria preencher os sulcos para resolver o problema.
Framework Barros® da Sustentação Facial
Na prática clínica, uma forma simples de compreender esse processo é imaginar a seguinte sequência:
Perda de gordura facial
↓
Redução da sustentação estrutural
↓
Descida gradual dos tecidos
↓
Aprofundamento da prega no canto da boca
Esse raciocínio ajuda a explicar por que dois pacientes com pregas semelhantes podem precisar de tratamentos completamente diferentes.
Enquanto um apresenta apenas perda localizada de volume, outro pode ter uma alteração estrutural envolvendo toda a arquitetura facial.
Por isso, o diagnóstico individualizado é indispensável antes da indicação de qualquer procedimento.
Qual é a relação entre a têmpora e a prega no canto da boca?
À primeira vista, pode parecer estranho imaginar que uma perda de volume na região da têmpora possa influenciar uma prega localizada próxima à boca. No entanto, essa relação é um dos princípios mais importantes da anatomia do envelhecimento facial.
A face funciona como um conjunto integrado de compartimentos de gordura, ligamentos e estruturas ósseas. Quando ocorre perda de volume no terço superior e médio da face, todo esse sistema perde parte da sustentação responsável por manter os tecidos em sua posição natural.
Como consequência, os tecidos tendem a migrar para baixo pela ação da gravidade, aumentando a profundidade dos sulcos e pregas do terço inferior da face.
Esse processo explica por que muitos pacientes apresentam uma prega no canto da boca sem que exista, necessariamente, perda localizada de volume naquela região.
Diversos estudos anatômicos demonstram que o envelhecimento facial é tridimensional e envolve alterações simultâneas em diferentes planos da face.
Um dos trabalhos mais relevantes sobre esse tema foi publicado por Lambros, que demonstrou, por meio da comparação seriada de fotografias, que o envelhecimento envolve principalmente reposicionamento dos tecidos, e não apenas flacidez cutânea.
Fonte científica:
Lambros V. Observations on Periorbital and Midface Aging.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19331998
Outro estudo clássico publicado no Plastic and Reconstructive Surgery reforça que a perda dos compartimentos profundos de gordura modifica a arquitetura facial e favorece o deslocamento inferior dos tecidos.
Fonte científica:
O envelhecimento da face acontece em camadas
Durante muitos anos acreditava-se que o envelhecimento facial ocorria apenas pela flacidez da pele.
Hoje sabemos que esse processo é muito mais complexo.
Ele envolve alterações em diferentes camadas da face:
- pele;
- gordura superficial;
- gordura profunda;
- ligamentos de sustentação;
- musculatura;
- estrutura óssea.
Cada uma dessas camadas envelhece em velocidades diferentes.
Enquanto algumas regiões perdem volume, outras sofrem deslocamento. Ao mesmo tempo, ocorre remodelação óssea e redução da capacidade de produção de colágeno.
Essa combinação altera completamente a distribuição das forças mecânicas da face.
É exatamente por isso que tratar apenas a superfície nem sempre produz um resultado natural.
O principal problema muitas vezes não está na prega
Existe um conceito que tem mudado a forma como muitos especialistas interpretam o envelhecimento facial.
Na maioria dos casos, a prega no canto da boca representa uma consequência da perda de sustentação facial, e não a origem do problema.
Essa é uma informação extremamente importante para o paciente.
Quando apenas a marca visível recebe atenção, existe a possibilidade de deixar de tratar o fator que levou ao seu aparecimento.
Naturalmente, cada caso deve ser avaliado individualmente.
Existem pacientes nos quais o tratamento localizado pode ser suficiente.
Em outros, a abordagem global da face oferece resultados mais equilibrados e naturais.
Preencher diretamente a prega resolve?
Essa talvez seja a dúvida mais comum entre os pacientes.
A resposta correta é:
Depende da causa da prega.
Quando existe apenas perda localizada de volume, o preenchimento pode fazer parte do tratamento.
Entretanto, quando a principal alteração é a perda global de sustentação facial, preencher exclusivamente o sulco pode não abordar a origem do problema.
Nessas situações, o profissional deve avaliar cuidadosamente:
- posição dos compartimentos de gordura;
- grau de flacidez;
- qualidade da pele;
- sustentação ligamentar;
- proporções faciais;
- histórico de procedimentos anteriores.
A literatura científica reforça que o planejamento facial moderno deve priorizar a análise estrutural da face antes da correção isolada dos sulcos.
Segundo artigo publicado no Aesthetic Surgery Journal, o rejuvenescimento facial atual baseia-se no reposicionamento das estruturas e na restauração das proporções anatômicas, em vez da simples correção de linhas superficiais.
Fonte científica:
https://academic.oup.com/asj/article/32/6/698/222119
Tratar apenas o efeito ou tratar a causa?
Essa diferença pode ser compreendida de forma bastante simples.
| Tratar apenas a prega | Avaliar a causa da prega |
| Atua principalmente no efeito visível | Investiga a origem anatômica da alteração |
| Pode exigir tratamentos repetidos, dependendo do caso | Permite um planejamento global e individualizado |
| Analisa uma única região | Considera a face como uma unidade anatômica |
| Corrige a marca localizada quando indicado | Busca compreender por que aquela marca surgiu |
Não existe uma única estratégia válida para todos os pacientes.
O tratamento ideal depende da anatomia, do grau de envelhecimento, das expectativas e da avaliação clínica realizada por um profissional qualificado.
Quando técnicas de reposicionamento facial podem ser ser consideradas?
Quando a avaliação demonstra perda importante da sustentação facial, algumas estratégias podem priorizar o reposicionamento dos tecidos, em vez da correção isolada dos sulcos.
A indicação depende de fatores como:
- intensidade da flacidez;
- perda de volume facial;
- idade do paciente;
- qualidade da pele;
- objetivos estéticos;
- histórico de procedimentos.
O planejamento individualizado é o que determina qual combinação de técnicas oferece maior previsibilidade para cada caso.
O envelhecimento da face não acontece em um único ponto. Da mesma forma, seu tratamento também não deve ser pensado de forma isolada.
Esse conceito representa uma das maiores evoluções da harmonização facial moderna e explica por que avaliações completas tendem a produzir resultados mais naturais do que abordagens focadas apenas na região onde a marca aparece.
Quais fatores aceleram o aparecimento da prega no canto da boca?
Embora o envelhecimento natural seja a principal causa dessa alteração, diversos fatores podem acelerar a perda de sustentação facial e tornar a prega mais evidente em idades precoces.
Entre os principais fatores estão:
- envelhecimento cronológico;
- emagrecimento importante ou rápido;
- redução dos compartimentos de gordura facial;
- perda de massa óssea relacionada à idade;
- diminuição da produção de colágeno;
- tabagismo;
- exposição solar sem proteção adequada;
- predisposição genética;
- perda importante de elasticidade da pele.
Esses fatores não atuam isoladamente. Na maioria dos pacientes, ocorre uma combinação de alterações que modifica gradualmente a arquitetura facial.
Segundo revisão publicada na revista Plastic and Reconstructive Surgery, o envelhecimento facial resulta da interação entre remodelação óssea, redistribuição dos compartimentos de gordura, alterações ligamentares e perda de elasticidade cutânea.
Fonte científica:
Shaw RB Jr. et al. Aging of the Facial Skeleton: Aesthetic Implications and Rejuvenation Strategies.
Emagrecer pode aumentar a prega no canto da boca?
Sim.
Pacientes que passam por emagrecimento acelerado frequentemente relatam que o rosto aparenta estar mais envelhecido após a perda de peso.
Isso acontece porque parte da gordura facial também é reduzida.
Quando essa perda ocorre nos compartimentos responsáveis pela sustentação do terço médio da face, os tecidos tendem a descer mais rapidamente, tornando sulcos e pregas mais evidentes.
Esse fenômeno tem sido descrito em diversos estudos sobre envelhecimento facial e reforça que a gordura da face possui função estrutural, e não apenas volumétrica.
Existe idade certa para essa prega aparecer?
Não.
Embora seja mais comum após os 40 anos, a prega pode surgir antes dependendo da anatomia facial e do estilo de vida.
Alguns pacientes apresentam predisposição genética para perda precoce da sustentação.
Outros desenvolvem essa alteração após emagrecimento importante.
Também existem pacientes jovens com compartimentos de gordura naturalmente menores, o que favorece o aparecimento precoce da marca.
Por isso, idade isoladamente não determina a necessidade de tratamento.
A avaliação anatômica continua sendo o principal critério.
Como saber qual tratamento é mais indicado?
Não existe um único tratamento capaz de resolver todos os casos.
Antes de qualquer indicação, é necessário compreender por que aquela prega surgiu.
Uma avaliação completa costuma considerar:
- qualidade da pele;
- grau de flacidez;
- distribuição dos compartimentos de gordura;
- proporções faciais;
- estrutura óssea;
- histórico de procedimentos anteriores;
- expectativa do paciente.
Somente após essa análise é possível definir qual estratégia apresenta maior potencial para produzir um resultado natural.
Os três sinais que indicam que o problema pode ser estrutural
Na prática clínica, alguns sinais sugerem que a prega no canto da boca está relacionada principalmente à perda de sustentação facial.
1. A prega piora quando o paciente sorri ou relaxa a musculatura
Isso pode indicar deslocamento dos tecidos e não apenas perda localizada de volume.
2. Existe perda de volume na região das têmporas ou das maçãs do rosto
Essa associação é bastante frequente durante o envelhecimento facial.
3. O rosto apresenta aspecto de “derretimento”
Quando diferentes regiões da face parecem ter descido ao mesmo tempo, normalmente existe participação importante da perda estrutural de sustentação.
Esses sinais não substituem o diagnóstico clínico, mas ajudam a compreender por que pacientes aparentemente semelhantes podem receber indicações completamente diferentes.
O maior erro é tratar apenas aquilo que aparece no espelho
Existe uma tendência natural de concentrar toda a atenção na região onde a marca está visível.
Entretanto, essa abordagem pode ignorar a origem do problema.
A anatomia facial funciona como um sistema integrado. Alterações em uma região frequentemente repercutem em áreas distantes.
Por isso, o planejamento moderno busca compreender a dinâmica global da face antes de definir qualquer tratamento.
Essa visão tridimensional representa uma das maiores evoluções da harmonização facial nas últimas décadas.
Consenso clínico baseado nas evidências atuais
As evidências científicas disponíveis apontam que o envelhecimento facial deve ser compreendido como um processo estrutural, progressivo e tridimensional.
Isso significa que:
- a perda de sustentação influencia diretamente a formação dos sulcos;
- a redistribuição dos compartimentos de gordura modifica o contorno facial;
- alterações ósseas também participam do processo;
- diferentes estruturas envelhecem simultaneamente.
Como consequência, tratamentos planejados a partir de uma avaliação global tendem a oferecer resultados mais previsíveis e mais naturais do que abordagens focadas exclusivamente na correção de uma única marca.
Esse entendimento está presente nas principais publicações internacionais sobre rejuvenescimento facial e representa o atual consenso anatômico da especialidade.
Em resumo
A prega no canto da boca geralmente não representa um problema isolado.
Na maioria dos pacientes, ela é o resultado visível de mudanças estruturais que acontecem em diferentes regiões da face ao longo do envelhecimento.
Identificar a verdadeira origem dessa alteração é o primeiro passo para construir um planejamento individualizado, respeitando a anatomia, a segurança e os objetivos de cada paciente.
Quando o diagnóstico é preciso, o tratamento deixa de combater apenas a consequência e passa a abordar, sempre que indicado, a causa do problema.
A marca que aparece ao lado da boca pode ser apenas o capítulo final de uma história que começou muito antes, em estruturas responsáveis pela sustentação de todo o rosto.


Perguntas frequentes sobre a prega no canto da boca
A prega no canto da boca é apenas um sinal de envelhecimento?
Na maioria dos casos, sim. No entanto, ela também pode surgir ou se tornar mais evidente após emagrecimento importante, perda de gordura facial, predisposição genética e alterações estruturais da face. O envelhecimento costuma potencializar esses fatores.
A prega no canto da boca é igual ao bigode chinês?
Não. Embora muitas pessoas confundam essas estruturas, elas são diferentes.
O bigode chinês corresponde ao sulco nasogeniano, localizado entre o nariz e o canto da boca.
Já a prega no canto da boca geralmente corresponde ao sulco labiomandibular, localizado entre o canto da boca e a mandíbula.
Cada região possui características anatômicas próprias e pode exigir estratégias de tratamento diferentes.
O preenchimento com ácido hialurônico resolve todos os casos?
Não.
A indicação depende da avaliação clínica.
Quando existe perda localizada de volume, o preenchimento pode fazer parte do tratamento.
Entretanto, quando a principal causa é a perda global de sustentação facial, tratar apenas a prega pode não abordar completamente a origem da alteração.
Por isso, a avaliação individualizada é indispensável.
A perda de gordura na têmpora pode influenciar essa prega?
Sim.
A redução dos compartimentos de gordura da região temporal e do terço médio da face diminui a sustentação dos tecidos.
Com isso, ocorre maior deslocamento inferior da pele e das estruturas faciais, favorecendo o aprofundamento da prega no canto da boca.
O emagrecimento pode piorar essa marca?
Pode.
Durante o emagrecimento, parte da gordura facial também é reduzida.
Quando essa perda compromete compartimentos responsáveis pela sustentação da face, sulcos e pregas tendem a ficar mais aparentes.
Existe idade ideal para tratar essa alteração?
Não.
A indicação depende muito mais da anatomia facial, do grau de perda de sustentação e das expectativas do paciente do que da idade cronológica.
Existem pacientes jovens que apresentam essa alteração por características genéticas, enquanto outros só desenvolvem a prega décadas depois.
Como saber qual tratamento é mais indicado?
Somente uma avaliação clínica completa permite identificar a verdadeira origem da alteração.
O planejamento considera fatores como:
- anatomia facial;
- qualidade da pele;
- distribuição dos compartimentos de gordura;
- flacidez;
- estrutura óssea;
- histórico de procedimentos;
- objetivos estéticos.
Cada paciente possui necessidades diferentes.
A verdadeira origem da prega nem sempre está onde ela aparece
O envelhecimento facial é um processo tridimensional e progressivo.
Por isso, a prega localizada no canto da boca frequentemente representa apenas o sinal visível de mudanças estruturais que ocorreram ao longo do tempo em diferentes regiões da face.
Compreender essa dinâmica permite um planejamento muito mais preciso e individualizado.
Mais importante do que tratar uma marca específica é identificar o que levou ao seu aparecimento.
Essa abordagem respeita a anatomia, preserva a naturalidade e busca resultados mais equilibrados, sempre com base em uma avaliação clínica detalhada.
Se você percebe que essa região passou a incomodar e deseja entender qual é a verdadeira causa da alteração no seu caso, uma avaliação individualizada é o primeiro passo para definir a estratégia mais adequada.
Fontes consultadas
Vídeo que inspirou a criação deste artigo: https://www.youtube.com/watch?v=dr63bAmV2Ms


Artigos científicos
Rohrich RJ, Pessa JE. The Fat Compartments of the Face: Anatomy and Clinical Implications for Cosmetic Surgery.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16772943
Lambros V. Observations on Periorbital and Midface Aging.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19331998
Shaw RB Jr. et al. Aging of the Facial Skeleton: Aesthetic Implications and Rejuvenation Strategies.
Rohrich RJ et al. Facial Fat Compartments and Facial Aging.
https://academic.oup.com/asj/article/27/6/651/219220
Rohrich RJ et al. Current Concepts in Facial Rejuvenation.
https://academic.oup.com/asj/article/32/6/698/222119


Dr. Fabio Barros — Cirurgião-Dentista (CRO RJ 31728), especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial (CTBMF) e Harmonização Facial. Atende Rio (Leblon/Centro) e São Paulo (Vila Olímpia). Foco em naturalidade, segurança e planejamento individualizado.




